No AP, prédio de fábrica sem uso é destruído pela erosão revolta moradores de comunidade isolada

No AP, prédio de fábrica sem uso é destruído pela erosão revolta moradores de comunidade isolada
Fábrica para processamento de pescado e camarão foi fechado há cinco anos no Bailique. Fábrica abandonada teve parte da estrutura destruída pela erosão no Bailique

Elson Guedes/Tô Na Rede

Uma fábrica de processamento de pescado e camarão abandonada há mais de cinco anos no distrito do Bailique, a 180 quilômetros de Macapá, teve parte da sua estrutura destruída pela erosão nas margens dos rios da região. O registro foi feito pelo internauta Elson Guedes, que usou o aplicativo Tô Na Rede, da Rede Amazônica, para fazer o alerta.

De acordo com o relato do morador, que já foi funcionário da fábrica, o local abandonado está desmoronando pela forte erosão no período chuvoso. Parte da estrutura já desabou e caiu no rio e o restante continua ameaçado pela força da natureza.

A Agência de Pesca do Amapá (Pescap), órgão governamental responsável pela fábrica, explicou que visitou o local em setembro do ano passado para avaliar a situação do prédio.

Devido à erosão, provocada pelo fenômeno das terras caídas, o espaço foi interditado pelo risco de queda. Todos os equipamentos que estavam na fábrica foram retirados e estão sob responsabilidade do Batalhão Ambiental da Polícia Militar (PM).

Por se tratar de patrimônio estadual, a Pescap e a Secretaria de Administração (Sead) estão estudando qual será a destinação do material. Nenhum prazo foi estipulado quando ou se a fábrica voltará a funcionar.

Loriano Sacramento, presidente da associação de moradores da comunidade de Itamatuba, diz que quando assumiu a gestão da fábrica em 2013, o local já estava abandonado. Ele relata que, com o decorrer dos anos, a estrutura foi alvo de saques.

“Não tínhamos como zelar pela fábrica, então parte do material que estava aqui foi levado por uma parte da população. Além da incerteza se o local vai funcionar, fica a tristeza que um local onde poderia gerar renda para a comunidade hoje é sinônimo de abandono”, lamenta.

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Fonte: G1

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